A
presidente da República, Dilma Rousseff, está analisando mudanças
relativas a pensões, impostos e leis trabalhistas que poderiam estimular
a economia do país sem que haja qualquer tipo de relaxamento na
austeridade do governo, de acordo com comentários de uma fonte oficial à Reuters.
A
fonte, que pediu para seu nome permanecer anônimo, disse que o governo
também está considerando medidas adicionais, todas com intuito de
reduzir o custo de negociações e reforçar a confiança dos investidores,
porém não deu mais detalhes a respeito.
“O
país necessita medidas de estímulo, mas sem que isto implique em custos
fiscais”, comentou o informante. “Nós não vamos aumentar os impostos o
baratear o crédito. Não vamos usar o modelo do passado”, completou.
Além
disso, duas outras pessoas também fizeram declarações à agência
dizendo que nenhuma decisão de medidas definitivas havia sido tomada até
o momento, apesar das discussões entre políticos e líderes econômicos.
Diante
da maior recessão dos últimos 25 anos, a presidente afirmou na última
semana o quão difícil foi o ano de 2015 para o Brasil, principalmente no
âmbito econômico.Este 2015 foi um ano muito duro. Revendo minhas
responsabilidades nesse ambiente de dificuldades, vejo que nossos erros e
acertos devem ser tratados com humildade e perspectiva histórica”,
afirmou Dilma. Ela também está sofrendo pressões por parte do Partido
dos Trabalhadores e dos sindicatos para impulsionar a economia depois os
benefícios fiscais e créditos subsidiados que tomaram conta de seu
primeiro mandado.
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