segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Em primeira convocação, Tite leva sete campeões olímpicos para jogos das Eliminatórias




Tite divulga sua primeira convocação como o novo técnico da seleção brasileira | FOTO: Reprodução |

Tite anunciou na manhã desta segunda-feira os seus primeiros 23 convocados para a seleção brasileira. A equipe terá sete campeões olímpicos nas partidas dos dias 1º e 6 de setembro, contra Equador e Colômbia, respectivamente, pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2018: os três mais velhos, Neymar, Renato Augusto e Weverton, além de Rodrigo Caio, Marquinhos e Gabriel Jesus. Todos se destacaram na campanha que terminou no último sábado com a vitória nos pênaltis, por 5 a 4, sobre a Alemanha.

O técnico também promoveu novidades, como o retorno do volante Paulinho, do Guangzhou Evergrande, da China. Ele foi um dos principais jogadores do Corinthians treinado por Tite entre 2011 e 2013, mas desde que deixou o clube rumo ao Tottenham não conseguiu o mesmo desempenho. Outras novidades são o lateral-direito Fagner, do Corinthians, e o volante Rafael Carioca, do Atlético-MG, ambos convocados pela primeira vez.



O atacante Neymar, destaque da conquista da inédita medalha de ouro pela seleção olímpica, sequer retornou ao Barcelona para se apresentar a Luis Enrique. O treinador liberou o jogador para seguir no Brasil, já que na próxima segunda-feira ele teria de retornar novamente para a preparação das Eliminatórias.

O Brasil ocupa a sexta posição na competição, com nove pontos. Os quatro primeiros colocados garantem vaga direta na Rússia, e o quinto disputa a repescagem contra uma equipe da Oceania. Quem lidera as Eliminatórias Sul-Americanas é o Uruguai, que soma 13 pontos. As informações são do GloboEsporte.

Confira a lista de jogadores convocados:

GOLEIROS:
Alisson (Roma)
Marcelo Grohe (Grêmio)
Weverton (Atlético-PR)

ZAGUEIROS
Gil (Shandong Luneng)
Marquinhos (PSG)
Miranda (Inter de MIlão)
Rodrigo Caio (São Paulo)

LATERAIS
Daniel Alves (Juventus)
Fagner (Corinthians)
Filipe Luis (Atlético de Madrid)
Marcelo (Real Madrid)

MEIO-CAMPISTAS
Casemiro (Real Madrid)
Giuliano (Zenit)
Lucas Lima (Santos)
Paulinho (Guangzhou Evergrande)
Philippe Coutinho (Liverpool)
Rafael Carioca (Atlético-MG)
Renato Augusto (Beijing Guoan)
Willian (Chelsea)

ATACANTE
Gabigol (Santos)
Gabriel Jesus (Palmeiras)
Neymar (Barcelona)
Taison (Shakhtar)

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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Ministro defende menos pesquisa e mais ‘equipamentos bélicos’


Alexandre de Moraes, da Justiça, criticou investimentos do governo Dilma. E afirmou que prioridade é adquirir equipamentos para as polícias



Moraes, segundo quem líderes do tráfico são 'ditadores armados' (Adriano Machado/Reuters)

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, afirmou que o Brasil precisa de menos pesquisa em segurança e mais armamento. Em entrevista concedida na Cidade da Polícia, Zona Norte do Rio, o ministro afirmou que a prioridade do Ministério da Justiça, nesse momento, é investir em “equipamentos para inteligência e equipamentos bélicos”.

Moraes criticou os investimentos do governo federal nos últimos anos em diagnósticos de segurança pública. “Tem especialista que nunca trabalhou em segurança pública mas de alguma forma vira especialista, que cobra viagens internacionais para aprender não sei o quê”, disse o ministro.

Segundo Moraes, o Ministério da Justiça vai priorizar a aquisição de equipamentos para as polícias do país durante a sua gestão, que começou em 12 de maio, quando tomou posse no governo do presidente em exercício, Michel Temer, empossado após o afastamento de Dilma Rousseff do cargo. Ele disse que já pediu à comissão orçamentária da pasta para “alterar várias rubricas”, para poder concentrar ações no que chamou de fortalecimento da polícia.

O ministro negou que no novo governo haja uma política de enfrentamento ao crime, e preferiu chamá-la de política de legalidade. Ele disse que há um fenômeno de glamourização dos líderes de tráfico nas favelas. Para ele, esses criminosos são “ditadores armados”.

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Tristeza no Maracanã: meninas perdem da Suécia nos pênaltis.


Após novo empate em 0 a 0, seleção perde nos pênaltis e agora disputará o bronze. Torcida reconhece o esforço das atletas com aplausos após a decepção




Marta durante partida contra a Suécia, na semifinal do futebol feminino no estádio do Maracanã (Bruno Kelly/Reuters)

A seleção brasileira feminina de futebol não teve um retorno feliz ao Maracanã. Nove anos depois de conquistar o título do Pan de 2007 no templo do futebol nacional, a equipe não conseguiu furar a retranca da Suécia nesta terça-feira e deu adeus ao sonho do inédito ouro olímpico com derrota nos pênaltis, após empate por 0 a 0, em 120 minutos. Apesar da decepção, a torcida, exemplar ao longo de toda a partida, aplaudiu as atletas brasileiras na saída do gramado.

Sob o forte calor do início de tarde no Rio e diante de mais de 60.000 torcedores, o Brasil jogou bem, com Marta participativa e Formiga ovacionada por sua disposição, mas, assim como nas quartas de final contra a Austrália, não conseguiu balançar as redes. Desta vez, a goleira Bárbara não salvou e Cristiane e Andressinha erraram suas cobranças de pênalti. Agora, a seleção feminina, xodó da torcida na Rio-2016, tentará a conquista da medalha de bronze contra o perdedor da semifinal entre Alemanha e Canadá, marcado para às 16h (de Brasília), no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte.

Sem Cristiane, a maior artilheira da história dos Jogos Olímpicos com 14 gols, que se recupera de estiramento na coxa e só entrou na prorrogação, o Brasil teve dificuldade para entrar na área sueca durante os 90 minutos. A equipe europeia, dirigida por Pia Sundhage, técnica bicampeã olímpica dirigindo a seleção americana, entrou mordida. Na primeira fase, havia sido goleada por 5 a 1, com show de Marta, no Engenhão.

A Suécia, porém, vinha embalada depois de eliminar, nos pênaltis, os Estados Unidos, depois de um empate sem gols em que só se defendeu. Na ocasião, a controversa goleira Hope Solo disse que as suecas foram “covardes”, algo que parece não ter afetado a estratégia da equipe. A Suécia teve a primeira boa chance, com Lotta Schelin, destaque do time na partida da primeira fase. A camisa 8 recebeu lançamento longo e dominou no peito, mas chutou por cima na saída da goleira Bárbara.

Retranca – A partir daí, a primeira etapa foi um massacre brasileiro. Bem aberta pela direita, onde a cobertura do estádio fazia sombra, Marta estava mais ativa que nas outras partidas. Com todo o talento de sua perna esquerda, deu dribles secos nas suecas e criou as melhores chances, mas estava imprecisa nos cruzamentos. Ainda assim, os primeiros gritos de “olê, olê, olá, Marta, Marta” no Maracanã não demoraram nem 15 minutos a aparecer.

Mas apesar de ter total controle da posse de bole e de ter finalizado 15 vezes, a seleção não deu grande trabalho à goleira Hedvig Lindahl. Débinha, em chute de fora da área, e Beatriz, de cabeça, tiveram as melhores chances. Marta e Tamires, as mais criativas do time, também chegaram perto com cruzamentos que quase tomaram a direção do gol. O time sueco limitou-se a defender. No entanto, terminou a primeira etapa sem nenhuma falta cometida, contra quatro do Brasil.

No intervalo, o técnico Vadão colocou o time ainda mais à frente, com a meia Andressinha na vaga da volante Thaisa. A centroavante Bia, com características bem parecidas à de Cristiane (forte, habilidosa e canhota), dava trabalho à zaga sueca e chegou a finalizar para fora, após bela jogada individual.

Percebendo a dificuldade do Brasil na partida, a torcida fez sua parte, aumentando o volume do estádio. Formiga, uma gigante em campo aos 38 anos, teve seu nome cantado, assim como Marta e Cristiane, que seguia no banco. A Suécia levou muito perigo aos 26 minutos, em cobrança de falta que atravessou a área de Bárbara. O Brasil respondeu com sua estrela: Marta deu linda arrancada pela direita, enfileirou zagueiras, mas bateu fraco para defesa de Lindahl.

O Brasil seguiu pressionando, mas a Suécia, com todas as 11 atletas na linha defesa, dava poucas chances. Andressinha arriscou dois chutes de fora da área, por cima do gol, e já nos acréscimos Formiga cabeceou nas mãos de Lindhal, para frustração da torcida, mas o bandeira já assinalava impedimento. O tempo normal terminou com 28 finalizações do Brasil e três da Suécia.

Drama – Na prorrogação, Vadão atendeu os pedidos da torcida e mandou Cristiane a campo. A Suécia, enfim, se soltou e ao menos viu de perto os olhos verdes da goleira Bárbara, mas as zagueiras Mônica e Rafaelle afastaram o perigo com firmeza. Perseguida pela lateral Elin Rubensson, que levou uma infinidade de dribles, mas não deu nenhum pontapé, Marta sumiu um pouco do jogo na prorrogação.

O medo de errar e levar um contra-ataque, além do evidente cansaço, parecia atrapalhar o ataque da seleção brasileira. Schellin, única atleta sueca perigosa nas duas partidas contra o Brasil, teve chance justamente em contragolpe, mas chutou mal depois de invadir a área – e gelar o Maracanã. A três minutos do fim, Marta teve a bola do jogo nos pés. Em cobrança de falta da intermediária, teve seu nome cantado por todo o estádio, mas bateu fraco, nas mãos da goleira sueca que aproveitou para ganhar tempo.

Pênaltis – As capitãs Marta e Schelin marcaram com categoria nas primeiras cobranças. Na segunda, Cristiane bateu forte, cruzado, mas Lindahl fez bela defesa. Kosovare Asllani, então, sentiu a pressão do Maracanã pulsando e parou nas mãos de Bárbara. Andressa Alves e Caroline Serger mantiveram a igualdade, assim como Rafaelle e Nilla Fischer. Andressinha, de 21 anos, teve a responsabilidade da quinta cobrança e bateu nas mãos da goleira sueca. Lisa Dahklevist, então, marcou o gol da vitória. O Maracanã, com justiça, aplaudiu as brasileiras, que deram uma lição de força de vontade ao longo da competição.

Por Luiz Felipe Castro

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Por que ginasta brasileiro felicitou Hypolito e ignorou Nory


Alvo de piadas racistas de Arthur Nory, Ângelo Assumpção enviou mensagem de parabéns para Diego – e apenas para ele



Os ginastas Ângelo Assumpção e Arthur Nory (Reprodução/Instagram)

O ginasta Ângelo Assumpção, que ficou de fora da convocação final para a Rio-2016, foi um dos muitos brasileiros que comemoraram nas redes sociais o resultado da prova de solo da ginástica artística masculina, que deu medalhas de prata e bronze para o país. Assumpção, porém, ignorou Arhur Nory e só parabenizou Diego Hypólito. “Hoje seu sonho for concretizado, muito suor e luta… Parabéns por conquistar essa tão sonhada medalha”, escreveu no Instagram, junto com uma foto em que abraça Diego. Um episódio de 2015 ajuda a explicar por que o ginasta não citou o colega que levou o bronze.

Quando Arthur Nory começou a se destacar na Rio-2016 – e virou o queridinho das redes sociais –, voltou à tona um caso de racismo envolvendo o ginasta brasileiro. Em 2015, ele e outros dois colegas da equipe, Fellipe Arakawa e Henrique Flores, divulgaram um vídeo no Snapchat em que faziam piadas de cunho racista com Assumpção, que é negro. “Seu celular quebrou. A tela quando funciona é branca, quando estraga é de que cor? É preta!”, dizem no vídeo, olhando para Assumpção. “O saquinho de supermercado é de que cor? Branco. E o de lixo? É preto”, continuam.

O episódio rendeu 30 dias de suspensão para os atletas envolvidos – o caso acabou arquivado no Tribunal de Justiça Desportiva, e Assumpção não prestou queixa na Justiça comum. Dias depois, os três ginastas divulgaram um novo – e curto – vídeo ao lado de Assumpção em que pedem “sinceras desculpas” e dizem que “tudo não passou de brincadeira”.

Apesar de afirmar na gravação que aceitou o pedido de perdão, Assumpção revelou posteriormente que a Confederação Brasileira de Ginástica “blindou” os ginastas. “Eles não queriam que eu falasse”, contou ao jornal O Globo em julho de 2016, um ano após o caso.

Na entrevista, Assumpção deixou claro que o episódio ainda o incomodava. “O relacionamento com os atletas ainda está mexido. Principalmente, com quem causou tudo isso, que foi o Arthur Nory. Ele era meu amigo há mais de 10 anos, sempre soube que não poderia ter me exposto daquela maneira. O vídeo que ele fez foi a gota d’água. Depois, ainda achou tudo normal. Não aceitei por completo a desculpa dele.” A felicitação seletiva no Instagram mostra que a mágoa continua.




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Candomblé pode explicar ouro no salto com vara, sugere ‘Le Monde’


Para jornal francês, que entrevistou o treinador do atleta, vitória do brasileiro Thiago Braz pode ser atribuída a 'forças místicas'



Thiago Braz da Silva durante a prova de salto com vara, nos Jogos Olímpicos Rio 2016 (Fabrice Coffrini/AFP)

Para o Le Monde, Thiago Braz pode ter tirado o ouro de Renaud Lavillenie no salto com vara com ajuda do candomblé. O jornal francês entrevistou o técnico do atleta, Philippe d’Encausse, que ficou impressionado com a vitória de Braz sobre o atual recordista mundial. O diário sugeriu que o brasileiro contou com “forças místicas” na prova, citando o candomblé. “Este país é estranho”, disse o técnico ao Le Monde.

Thiago Braz conquistou a segunda medalha de ouro do Brasil na Rio-2016 ao fazer o melhor salto de sua carreira: 6,03 metros, novo recorde olímpico. Já a melhor marca que Lavillenie conseguiu alcançar na disputa foi de 5,98 metros. Emocionado, o atleta comemorou o ouro enrolado na bandeira do Brasil e foi ovacionado pelo público no Engenhão. Esta foi a primeira medalha do atletismo brasileiro desde o ouro de Maurren Maggi no salto em distância em Pequim-2008.

(Da redação)

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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

A Olimpíada mais gay da história e a postura cristã.




A Olimpíada mais gay da história e a postura cristã
Os que os cristãos vão fazer com essa informação eu não sei, mas aí está uma realidade que precisamos aprender a conviver. O número de atletas assumidamente LGBT – 43 no total – é o maior da história. Um deles, a brasileira Rafaela Silva, atleta do Judô,  foi a primeira brasileira a ganhar medalha de ouro para o Brasil nos jogos. Pela primeira vez na história duas atletas estão casadas: as britânicas Kate Richardson-Walsh e Helen Richardson-Walsh.
Na noite da cerimônia de abertura, cinco dos ciclistas que puxavam as delegações dos países eram transexuais, incluindo a modelo Lea T, que abriu caminho para os atletas brasileiros.
Estamos falando de proporcionalidade, ou seja, a população gay mundial também aumenta exponencialmente. O que isso significa? Significa que cada um de nós, no dia a dia passamos a conviver com homossexuais e transgêneros, são nossos vizinhos, pessoas que nos prestam serviços, como cabeleireiros, médicos, advogados, etc. Longe das trincheiras formadas pelos líderes de nossas igrejas temos um campo de batalha diante da nossa realidade, algo que se aproxima de nossa família, que afeta nosso convívio social.
O Brasil, como Estado, aceitou a união civil de pessoas do mesmo sexo em 2003 e legalizou o seu casamento em 2013, seguindo o exemplo do Uruguai e da Argentina. Muitos outros avanços teriam acontecido se não fosse a atuação do bloco parlamentar evangélico e sua representatividade no Congresso. Uma das conquistas foi banir o famoso “kit gay” das escolas. A ideologia LGBT tenta impor suas questões de forma agressiva, ao mesmo tempo que se fazem de vítima de uma sociedade cruel.
É claro que existe homofobia, assim como existe racismo e perseguição religiosa. A questão é como cada um lida com sua busca por direitos na sociedade. O erro está em forçar isso a todo custo, impor que os outros, mais do que aceitem, concordem com sua causa. Coisa que os ativistas LGBT parecem querer.
Por isso a questão das Olimpíada ganha ainda mais importância. A visibilidade dos atletas assumidos acaba por tornar-se uma bandeira dos grupos LGBT, que vão querer contabilizar o fato como um legado. A imagem emblemática de uma atleta sendo pedida em casamento por uma voluntária dos jogos ganhou destaque na mídia mundial.
O caso de Rafaela Silva, citado no início da postagem, trás para nós uma reflexão acerca de como vamos lidar com essa realidade. A jovem Rafaela Silva, há quatro anos perdeu uma luta em Londres e foi hostilizada na internet por brasileiros, vítima de ataques raciais, motivo que levou a atleta a fazer um desabafo após a vitória no Brasil: “… a macaca que deveria estar em uma jaula em Londres, agora é campeã olímpica em casa“. A mãe de Rafaela dona Zenilda é evangélica e disse à imprensa que na véspera da luta que rendeu à filha a medalha de ouro, teve uma visão. “Deus tinha me mostrado essa vitória. Só não tinha mostrado o ouro. Mas eu vi o pódio”, relatou.
A atleta olímpica se torna um ícone para o esporte, herói nacional, também conduz um projeto de inclusão social para jovens atletas em sua comunidade através do esporte. Isso nos aproxima muito de Rafaela, um de nossos filhos poderiam ser alunos da ONG de Rafaela e vir a ser um campeão olímpico no futuro, ou deixaríamos de dar uma oportunidade a esta criança pelo fato de Rafaela ser gay? Ou vamos aconselhar dona Zenilda a se afastar da filha por causa da sua sexualidade?
Vejam bem que não estou fazendo apologia alguma, mas trazendo a questão para longe dos debates teológicos e perto da vida do cristão comum, que sai às ruas, leva os filhos à escola, onde muitos cristãos de renda mais baixa depende de ONGs e projetos sociais para viabilizar um futuro promissor a seus filhos.
Acredito que seja hora dos púlpitos perceberem como vão orientar as pessoas para o convívio com essa população. Se vão optar por um caminho de ódio, ou pela tolerância. Se vão optar por combater o inimigo no campo de batalha ou içar a bandeira da paz. Não é uma realidade da qual podemos nos afastar, ficar dentro da redoma religiosa, pois afeta todo o ambiente em que vivemos.
Devemos aprender a separar a questão da ideologia do gênero, a militância LGBT, das pessoas que nos acercam, que fazem parte do nosso convívio, aprendermos a tratar a todos com amor cristão e compaixão por suas almas. Se existe uma campo de batalha, seja ele travado pelos ativistas de ambos os lados, na política, na defesa da fé, no campo das ideias e dos ideais. Existem pessoas engajadas e gabaritadas para levar esta causa adiante, seja no meio politico, seja entre as lideranças cristãs.
A nós, cristãos comuns resta o respeito e o amor ao próximo.
Amarás a teu próximo como a ti mesmo, bem fazeis. Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois condenados pela lei como transgressores. (Tiago 2:8,9)
Agora que vocês purificaram as suas vidas pela obediência à verdade, visando ao amor fraternal e sincero, amem sinceramente uns aos outros e de todo o coração. Pois vocês foram regenerados, não de uma semente perecível, mas imperecível, por meio da palavra de Deus, viva e permanente. Pois, “toda a humanidade é como a relva, e toda a sua glória, como a flor da relva; a relva murcha e cai a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre”. Essa é a palavra que lhes foi anunciada. (1 Pedro 1:22-25).

* As opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores
e não refletem, necessariamente, a opinião do Gospel Prime.

por Adenilton Turquete
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