Presidente interino da Câmara dos Deputados aceitou recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) que pedia a anulação de atos do processo de impeachment de Dilma
Na manhã desta segunda-feira, Maranhão aceitou recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) que pedia a anulação de atos do processo de impeachment de Dilma. O recurso era considerado pela cúpula da Casa como extemporâneo, já que foi apresentado no dia 25 de abril, e o plenário aprovou a ação oito dias antes, encaminhando-a ao Senado. O entendimento é o de que não havia prazo para recursos na Câmara, visto que o processo já estava em outra esfera do Legislativo.
Já o deputado Mendonça Filho (DEM-PE) promete solicitar ao seu partido a representação contra Maranhão no Conselho de Ética por abuso de autoridade. "Não sei a pretexto de quê e seguindo quais interesses ele quer desmoralizar a Câmara Federal e o Parlamento brasileiro. Ele feriu flagrantemente o regimento interno", disse.
As sanções devem partir também do próprio partido de Waldir Maranhão. Nesta tarde, um grupo de deputados acionou a Executiva da legenda, que fechou questão pela aprovação do processo de impeachment, para acelerar a expulsão dele da legenda. A medida tiraria Maranhão da presidência da Câmara.
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