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| Beatriz foi morta na escola onde estudava em Petrolina/PE |
A menina Beatriz Angélica Mota, de 7 anos, pode ter sido morta por
questões religiosas. A afirmação é do promotor Carlan Carlo da Silva,
que acompanha o caso. Ele afirma, ainda, que a Polícia Civil pode ter
cometido falhas no início das investigações sobre o crime. De acordo com
o G1/PE, as apurações apontam que o assassinato pode ter acontecido
para atingir a escola onde ocorria festa, a Nossa Senhora Auxiliadora,
que é católica. “A forma de execução da criança, a idade, as lesões,
tem alguns elementos de seita, de magia negra. Por isso que a
investigação aponta que foi para atingir a religião. Mas, isso pode ter
sido feito para despistar ou não o trabalho da polícia", afirma Carlan.
Apesar do planejamento, o promotor acredita que Beatriz foi uma vítima
de momento e que qualquer outra criança poderia ter sido morta. “Eu acho
que não foi direcionado a uma pessoa especificamente. Mas a uma criança
naquela mesma idade, que estivesse presente ali, fácil de ser
atingida", concluiu. Após 145 dias, ainda não foram apontados
responsáveis pelo crime. Beatriz foi assassinada a facadas em dezembro
do ano passado, durante uma festa de formatura que acontecia na escola
em Petrolina.
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